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sábado, 28 de janeiro de 2012

CUIDADO DO SEU PREPÚCIO. SE VOCÊ AINDA O TEM, CLARO!!!

O prepúcio vem resistindo bravamente a gerações, desde que deixamos de andar nu por aí e passamos a usar as primeiras tangas.

Pois sim, essa era a função dele. Quando vivíamos com o corpo nu, servia de proteção à glande, recobrindo-a. Mas com o advento das confecções de “roupas”, à cerca de 25 mil anos atrás, sua função protetora vem se perdendo. Nos dias de hoje, ela só tem a função de manter a excitabilidade da glande. É isso mesmo, uma vez se mantendo a glande exposta, como acontece na circuncisão, onde esse “excesso” de pele, o prepúcio, é retirado, o estimulo freqüente, a fricção, da roupa sobre ela, a torna menos sensível, ou seja, menos excitável ao toque. Por isso a postectomia, ou circuncisão, pode ser indicado em alguns casos de ejaculação precoce, onde é constatada a hipersensibilidade da glande como “causa”.

Além da Saga Crepúsculo, quer dizer, da saga do prepúcio, em provar o porquê da sua existência não termina por aí. O poverello é apontado como vilão no aumento da incidência do câncer de pênis, e até mesmo da AIDS. A incidência de câncer de pênis chaga a ser 22 vezes mais em homens que mantêm o prepúcio. Já a infecção pelo vírus HIV cai em, cerca de, 65% nos circuncidados.

Essa questão é extremamente relevante no que diz respeito às populações mais carentes e/ou sem acesso à informação. E isso se dá pelo simples fato de que um pênis sem prepúcio é mais fácil de ser higienizado. Veja como um pouco mais de informação e de “dinheiro no bolso”, torna quase absurdo perceber que tudo se resume a HIGIENE. Que apenas o ato de esgarçar a pele sobre a cabeça do pênis, expondo-a para lavá-la com, simplesmente, água e sabão pode ser uma coisa desconhecida por uma população e que pode repercutir na saúde pública.

Mas fique calmo. Se você ainda tem o seu prepúcio no seu devido lugar, mas tem plena consciência da necessidade da higiene da glande diariamente e pós relação sexual, e, claro, se você consegue esgarçar o prepúcio expondo a glande, sem estrangulá-la ou sentir dor, seja com o pênis flácido ou em ereção, e não tem infecções urinárias ou da glande recorrentes ou coisas do tipo, pode deixar ele onde está.


Se você se identificou com algumas destas questões acima, como dificuldade em expor a glande ou inflamação da mesma (balanite) recidivamente, que pode sugerir que seja FIMOSE, é bom você procurar um urologista.

CUIDANDO DAS SUAS BOLAS.


Escroto
1- Evitar calças e cuecas excessivamente apertadas que levam a traumas contínuos na pele do escroto e nos testículos; 
2- Não ficar apertando pequenas espinhas ou cistos (caroços) na pele do escroto, pois podem infeccionar e causar sérios problemas locais; 
3- Higiene local aprimorada e enxugar bem para evitar assaduras; 
4-Usar cuecas de preferência de algodão para evitar alergias a outros tecidos que provocam aquela coceira gostosa de início e incontrolável depois, além de possíveis infecções locais pelos traumas das unhas na pele.
Testículos: produzem os espermatozóides e o hormônio mais importante na esfera sexual masculina que é a testosterona. A prevenção da saúde dos testículos é sem dúvida a manutenção de uma boa resposta sexual. 
1-Também aqui os traumas locais como calças, cuecas apertadas e contusões em brincadeiras de mau gosto além dos traumas esportivos podem afetar a fertilidade masculina e às vezes a própria produção da testosterona. 
2-Também é importante o auto-exame dos testículos para detectar qualquer anormalidade local. Pequenos tumores ou cistos devem ser vistos por um urologista de imediato para fazer a prevenção do câncer de testículo.Você deve se examinar e conhecer cada detalhe do seu corpo.

CUIDAR DA PELE TAMBÉM É COISA DE HOMEM.

A pele masculina precisa de cuidados, sim, mas não os mesmos da feminina. “A pele do homem tem mais colágeno. É como se a pele deles fosse 15 anos mais jovem do que a delas”, esclarece a dermatologista Carolina Ferolla. O colágeno é o responsável pela firmeza da pele, rugas e linhas de expressão. 

E tem mais diferenças: a pele masculina é mais espessa, por isso, tende a ter menos rugas. Porém, pelo mesmo motivo, pode perder o brilho mais facilmente. “Oleosidade também é mais comum no público masculino. E, como o homem sua mais, pode ficar com aspecto envelhecido mais cedo, se não houver hidratação”. 

Também dermatologista, Áurea Lopes, relata que é difícil fazer um homem se cuidar. “Eles ainda relutam muito. Não têm paciência e acham que é desnecessário”, diz a médica que tem uma tática para driblar isso. “Sempre indico cremes de fácil aplicação e que são comprados prontos, porque se eu receitar algum produto manipulado, o homem abandona a receita e nunca manda fazer”. É a mesma dica de Márcia Clodoaldo, esteticista especializada em tratamentos para homens, do salão Frank Provost, em São Paulo. “Os produtos masculinos, além de ter uma fórmula diferente, precisam ter a embalagem e aplicação mais práticas, senão, eles não usam”.

O iG convidou essas três especialistas para montar um programa de cuidados com a pele do homem, dos 20 aos 50 anos. Para cada idade, tratamentos diferentes. Mas, os procedimentos básicos são sempre os mesmos, ressalta Áurea. “Em qualquer fase da vida, o homem precisa fazer limpeza de pele, utilizar algum hidratante e, claro, protetor solar”. Confira o roteiro para manter a pele jovem e saudável a vida toda:


Aos 20 anos- 
Para começar, não confunda oleosidade com hidratação. Uma pele oleosa pode estar desidratada. O homem deve se preocupar com a oleosidade excessiva nessa idade. A dica é usar produtos para não deixar que os poros fiquem abertos demais. No caso de acne, faça um tratamento para evitar a formação de cicatrizes, como o peeling. De manhã e à noite, lave o rosto com um sabonete em emulsão, se a pele for normal, ou em gel, se for oleosa. A mesma regra vale para o hidratante: emulsão para pele normal, gel para oleosa.


Aos 30 anos- 
A preocupação com a hidratação deve aumentar aos 30. Procure um tratamento que mantenha o equilíbrio da pele, sem aumentar a oleosidade. O mesmo peeling dos 20 anos dá resultados. Os produtos também são basicamente os mesmos, ainda. Sabonetes e hidratantes devem ser usados de acordo com o tipo de pele. Já nessa idade, o homem pode começar a utilizar um creme de prevenção de rugas, inclusive para a região dos olhos, porém, a produção de colágeno ainda é suficiente. 


Aos 40 anos
Continua a necessidade de tratamento para oleosidade e desidratação da pele. É nessa idade que o homem começa a ver os primeiros sinais do envelhecimento, com formação de rugas e linhas de expressão. Aí, não dá mais para fugir. Um creme anti-rugas é essencial. Se quiser, pode fazer um tratamento para estimular a produção de colágeno com um dermatologista, pois nessa fase ela já está diminuída. Máscara facial (encontrada em qualquer farmácia ou perfumaria), uma vez por semana, também ajuda – e não mata ninguém. 


Aos 50 anos
As rugas já estão formadas. Nessa fase, as alterações de flacidez da pele são mais evidentes e o tecido está mais sensível e fino. Como os homens relutam muito para fazer cirurgia plástica, é aconselhável apelar para o tratamento de produção de colágeno e outros procedimentos médicos para retardar o envelhecimento, como a radiofreqüência e o infra-vermelho. E não esqueça: os cuidados básicos continuam (aqueles mesmos dos 20 anos) e o creme anti-rugas também.


Aprenda a comprar o produto certo- Escolha os de textura suave, porque a pele masculina é mais grossa.
- Prefira os não oleosos, pois a produção natural de oleosidade já é grande no homem.
- Se for fácil de espalhar, melhor. Assim, você não perde a paciência e abandona o creme.
- Procure saber se o produto é absorvido com rapidez, para não denunciar que você usou algo. Dê preferência aos incolores e sem perfumes. 
- Veja se o produto tem pH neutro, pois a pele masculina é mais ácida do que a da mulher
- Escolha os produtos de acordo com a idade e tipo de pele

Dicas para preservar a pele masculina
1. Faça limpeza de pele periodicamente. Se você cuidar bem da pele em casa, poderá fazer essa limpeza com esteticista apenas duas vezes por ano.

2. Ao se barbear, utilize espumas próprias. O sabonete pode irritar a pele e os cremes específicos têm princípios ativos que evitam irritações.

3. Nunca faça a barba no sentido oposto ao nascimento do pêlo. O resultado pode até parecer melhor, mas encrava os pêlos e irrita a pele.

4. Não tem problema fazer a barba todos os dias, se for necessário. Mas evite (ao máximo) passar a gilete várias vezes no mesmo lugar.

5. Para os que fazem academia, cuidado com suplementação alimentar. Mesmo prescrita por médicos ou nutricionistas, ela pode conter hormônios e causar acne, independentemente da idade.

6. Já existem filtros solares com fórmulas não oleosas e até em gel, excelentes para a pele do homem. Aplicar o filtro diariamente é necessário (mesmo nos dias nublados).

7. E o de sempre: cuide da alimentação e não esqueça de beber água.


http://estilo.ig.com.br/noticia/2008/05/16/cuidar_da_pele_tambem_e_coisa_de_homem_1316326.html

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PRA CURTIR A VIDA, TEM QUE TER SAÚDE.


SOBRE A PRÓSTATA.


A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozóides, liberado durante o ato sexual.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ ) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

Estimativa de novos casos: 60.180 (2012)

Número de mortes: 12.274 (2009)

Atenção: A informação existente neste portal pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

É ISSO AI HOMARADA, TODO MUNDO CUIDANDO DA SAÚDE.


Auto-exame dos testículos
O que é o auto-exame dos testículos?
O auto-exame é a forma eficaz de detectar o câncer do testículo em estágio inicial, o que aumenta as chances de cura.


Quando fazer?
O auto-exame dos testículos deve ser realizado mensalmente, sempre após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de anormalidades.


O que procurar?
• Qualquer alteração do tamanho dos testículos
• Sensação de peso no escroto
• Dor imprecisa em abdômen inferior ou na virilha
• Derrame escrotal, caracterizado por líquido no escroto
• Dor ou desconforto no testículo ou escroto


Como fazer?
1) De pé, em frente ao espelho, verifique a existência de alterações em alto relevo na pele do escroto.
2) Examine cada testículo com as duas mãos. Posicione o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar. Revolva o testículo entre os dedos; você não deve sentir dor ao realizar o exame. Não se assuste se um dos testículos parecer ligeiramente maior que o outro, isto é normal.
3) Ache o epidídimo - pequeno canal localizado atrás do testículo e que coleta e carrega o esperma. Se você se familiarizar com esta estrutura, não confundirá o epidídimo com uma massa suspeita. Os tumores malignos são freqüentemente localizados lateralmente aos testículos, mas também podem ser encontrados na porção ventral.


Atenção:
Caso você palpe qualquer massa que não tenha sido verificada anteriormente, procure imediatamente um médico, de preferência um urologista. A alteração encontrada pode se tratar somente de uma infecção, porém, no caso de um tumor o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Observe que massas escrotais não aderentes ao testículo não são suspeitas de câncer. Fique atento a alterações como sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos. Na dúvida, procure um médico.

UTILIDADE PÚBLICA. AGORA EM 2012 IREMOS POSTAR VÁRIAS NOVIDADES E DICAS SOBRA SAÚDE PARA TODOS VOCÊS. SAÚDE DOS MACHOS, É CLARO!!!


Os testículos fazem parte do órgão reprodutivo masculino e são responsáveis pela produção dos espermatozóides. O câncer de testículo é um tumor menos freqüente, mas com o agravante de ter maior incidência em pessoas jovens em idade produtiva. A criptorquidia (testículo que não desce para a bolsa escrotal) é um fator importante que influi no aparecimento deste tipo de tumor.

Epidemiologia
Dentre os tumores malignos do homem, 5% ocorrem nos testículos. O câncer de testículo atinge principalmente homens entre 15 e 50 anos de idade, sendo considerado raro. Sua incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos.
Quando comparado com outros cânceres que atingem o homem, como o de próstata, o câncer de testículo apresenta baixo índice de mortalidade. O fato de ter maior incidência em pessoas jovens e sexualmente ativas possibilita a chance do câncer de testículo ser confundido ou até mesmo mascarado por orquiepididimites, que são inflamações dos testículos e dos epidídimos, geralmente transmitidas sexualmente. Se após a administração de medicamentos não houver melhora do inchaço ou sintoma, é recomendável procurar o médico novamente. O câncer de testículo é facilmente curado quando detectado precocemente.

Sintomas
O sintoma mais comum é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, aproximadamente do tamanho de uma ervilha. Mas, ao apalpar qualquer massa que não tenha sido verificada anteriormente, um médico deve ser procurado imediatamente, de preferência um urologista. A alteração encontrada pode se tratar somente de uma infecção, porém, no caso de um tumor, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Deve-se ficar atento à alterações como aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, dor imprecisa no abdômen inferior, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos.


Fatores de Risco
Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de testículo são: histórico familiar deste tumor, lesões e traumas na bolsa escrotal e a criptorquidia. Na infância, é importante o exame do pediatra para verificar se ocorreu normalmente a descida dos testículos para a bolsa escrotal.


Prevenção
O auto-exame dos testículos é um hábito salutar e muito importante na prevenção deste tipo de câncer e deve ser realizado mensalmente.

Detecção PrecoceAtualmente, o câncer de testículo é considerado um dos mais curáveis, principalmente quando detectado em estágio inicial. A presença de nodulações ou endurecimentos testiculares deverão ser avaliada por um médico especialista. O exame físico é o melhor meio de detecção precoce, visto que a presença de massa testicular é a queixa mais freqüente.

Diagnóstico
Se por um lado é uma doença agressiva com alto índice de duplicação das células tumorais (que podem levar à rápida evolução da patologia), por outro lado é de fácil diagnóstico e um dos tumores com maior índice de cura, visto ser altamente responsivo aos quimioterápicos disponíveis no momento. O câncer do testículo possui marcadores tumorais sangüíneos (alfa-feto proteína e beta-HCG) que podem ajudar no diagnóstico e no acompanhamento futuro da doença.

Tratamento
O tratamento inicial é sempre cirúrgico e ocorre através de um pequeno corte no abdome, quando se expõe o testículo e a biópsia é realizada. O resultado do material retirado é feito no momento da cirurgia. Nos casos de positividade para câncer, é procedida a retirada do testículo que não afeta a função sexual ou reprodutiva do paciente, caso tenha o outro testículo normal. A complementação do tratamento dependerá da pesquisa, que será realizada para identificar a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos. O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico.


Mais detalhes entre http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=342